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Tipos de colchões | Entenda a diferença


 

Temos uma infinidade de colchões, passando pelos tradicionais de molas, espumas, ortopédicos, até os de água, látex, infláveis, outros.

Colchão de molas

Seja ele barato, caro, bom ou muito bom irá manter-se por poucos anos firme, pois as molas irão ceder. Pode ser ao fim de 1 ano e mais tardar 6 anos. Em média são 2 ou 3 anos e o fato de serem periodicamente virados irá prolongar um pouco mais o seu tempo de vida. Os afundamentos são a principal causa de deformações da coluna e as conseqüências graves que daí advém.

Baseado nos estudos do prêmio Nobel da Química de 1954, Dr. Linus Pauling, além dos ataques que o corpo sofre pela poluição eletromagnética, o ferro absorve o campo magnético natural do corpo enfraquecendo e abaixando a concentração de íons essenciais presentes na circulação, o que causa maior dificuldade no repouso do corpo.

Colchões de espuma convencionais

A espuma tal como o metal cede (muitas vezes é esponja, esponja baratíssima). Pode ser um colchão mais leve e manejável, ideal para as limitações como as provindas com a idade.

Mas absorve mais umidade e ganha fungos, bactérias e ácaros provocando alergias e doenças de pele principalmente. Em média podem durar até 4 anos antes de cederem.

Não se engane com a superfície ondulada porque a espuma mole nunca irá realizar uma massagem passiva, e a idéia do ar passar com facilidade não faz sentido se existir peso em cima. Quanto ao ar passar, é bom que o colchão seja seco periodicamente, que seja arejado, pois a espuma – boa ou má, concentra os resíduos da transpiração, pele desprendida e muita umidade e ácidos; resumindo, não há super aspirador que faça a limpeza total…

Compra-se um colchão destes por um preço mais baixo, mas considere um investimento a curto prazo. E com possibilidades de problemas de coluna.

Colchões infláveis – Colchões de ar

São excelentes, tem uma rigidez adequada, são baratos e super práticos para carregar. Infelizmente não permitirem uma ventilação adequada e isso é prejudicial para a pele e para o sistema respiratório. São uma excelente solução para acampamentos, pescarias, etc… mas para o dia-a-dia não são adequados pois não tem a preocupação com a saúde e ortopedia que requer um produto como o colchão. Podem ser encontrados bons exemplares nos programas de venda pela TV a cabo ou na internet.

Colchões de água

São muito divertidos. Agora se quer descansar e repousar bem em cima de uma superfície destas, esqueça, pois o material (água) irá ser muito mais agressivo para o seu corpo, pois move-se muito durante o sono e isso gera micro despertares que prejudicaram seu descanso. Segundo os trabalhos do Dr. Masaru Emoto, Dr. Theodor Schwenk’s ou Dr. Jacques Benveniste’s sobre as propriedades da água, o organismo não reage bem em uma superfície como essa.

Colchões de Látex

Têm uma longevidade superior a todos os outros colchões convencionais e só precisam ser arejados, pois látex é borracha. É melhor que a espuma mas tem as mesmas limitações antes citadas, pois precisa ser poroso e como tal ter uma textura semelhante à espuma. Do contrário, seria como dormir em cima de um pneu.

Hoje, em muitos quartos, é feita uma estrutura em cimento para o lugar da cama. O colchão de látex é um investimento em médio prazo (dez anos dependendo da qualidade e dos cuidados) e merece cuidados devido ao acúmulo de umidade, pois tem canais interiores para passar o ar, o que faz sua consistência ser fragilizada por falta de suporte, facilitando os afundamentos.

Outro ponto importante é que existem pessoas que são alérgicas ao Látex, e neste caso estes colchões são contra indicados.

Alguns colchões de látex, para manter a estrutura e extras, tornam-se muito pesados (o que é incomum), sendo contra-indicados para serem manuseados por pessoas de idade ou com problemas de coluna.

 

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